Tirando partido da do sorriso da vida,
Olho para a frente, para o chão que me aparece
Sem medo das pedras e dos buracos profundos.
A consequência ressequida de antigos tremores,
misturam-se com a beleza estática do mundo a cores.
Talvez seja esta a verdade, a sobrevivência da realidade.
Que me afunda e nos acolhe, nos ensina e encolhe.
Corre para a frente, porque atrás estão os erros.
O sonho não foge, não se perde. Apenas desiste de ti.
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