Escolhas, deveres, direitos e entraves.
O belo das opções, certas ou erradas
Na qual a validação ocorre quando já não existem.
Livre de, e para errar, moer, e morrer.
O acto em si é póstumo á partida.
Delinquência de experiências, apêndices de..
..bem, de dor.
Escolhemos, devemos, temos direito e não sabemos.
Olhamos, queremos, e tememos o acontecer.
Acontece.
Doi.
Arranha o juíz da consciência.
Torna-se a cruz, A exactidão da inconclusão.
Quero ver sangue jorrar, pus a criar
Vermes a dançar e ossos a quebrar!
Quero que tudo padeça, Agora, Já!
Sexo moribundo com as entranhas do absurdo.
...
Até tudo ficar roído. moído e sentido.
Para poder escolher, dever, ter o direito e travar.
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