Vem aí, está a chegar,
Oiço-o ao fundo..
Sinto-o, Vejo-o, Toco-o,
E covardemente deixo-o morder-me.
Nunca direi nunca, outra vez.
Há que travar o novamente, para não mais durar
É um pêndulo de doença, que ecoa no meu estar.
Nunca direi nunca!
O ver é o que mais custa,
Ao longe e com os mesmos olhos sem desculpa.
Sendo a desilusão com o presente
Um produto inacabado dum passado contundente.
Outra vez...
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