Sorrindo a póstumas e dolorosas memórias.
Amando com todo o meu corpo,
Vou-me ensinando outra vez a dor..
Aquela que conhecemos, que nos remói e que nos dá sentido.
Sim, Essa, a que nos faz acreditar que ainda vivemos.
Eu não te quero ter, apenas ver.
Vou fazer tudo para não te ter de novo,
Sentindo o amanhã com um arreganhar de dentes.
Transformando-me, sem esquecer.
Esvaindo-me em alegria irónica
De não mais te alimentar.
E esquecer sem me transformar.
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