Escolhas, deveres, direitos e entraves.
O belo das opções, certas ou erradas
Na qual a validação ocorre quando já não existem.
Livre de, e para errar, moer, e morrer.
O acto em si é póstumo á partida.
Delinquência de experiências, apêndices de..
..bem, de dor.
Escolhemos, devemos, temos direito e não sabemos.
Olhamos, queremos, e tememos o acontecer.
Acontece.
Doi.
Arranha o juíz da consciência.
Torna-se a cruz, A exactidão da inconclusão.
Quero ver sangue jorrar, pus a criar
Vermes a dançar e ossos a quebrar!
Quero que tudo padeça, Agora, Já!
Sexo moribundo com as entranhas do absurdo.
...
Até tudo ficar roído. moído e sentido.
Para poder escolher, dever, ter o direito e travar.
domingo, 25 de julho de 2010
domingo, 11 de julho de 2010
A Verdade da consequência, e o Mito da sobrevivência.
Tirando partido da do sorriso da vida,
Olho para a frente, para o chão que me aparece
Sem medo das pedras e dos buracos profundos.
A consequência ressequida de antigos tremores,
misturam-se com a beleza estática do mundo a cores.
Talvez seja esta a verdade, a sobrevivência da realidade.
Que me afunda e nos acolhe, nos ensina e encolhe.
Corre para a frente, porque atrás estão os erros.
O sonho não foge, não se perde. Apenas desiste de ti.
Olho para a frente, para o chão que me aparece
Sem medo das pedras e dos buracos profundos.
A consequência ressequida de antigos tremores,
misturam-se com a beleza estática do mundo a cores.
Talvez seja esta a verdade, a sobrevivência da realidade.
Que me afunda e nos acolhe, nos ensina e encolhe.
Corre para a frente, porque atrás estão os erros.
O sonho não foge, não se perde. Apenas desiste de ti.
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