Vivo com medo, aquele que doi,
Que fere a mais pequena réstia de sonho.
O desassossego feroz que não me deixa dormir,
E que me faz não querer acordar.
Acordar?
Acordar para o quê? Para este pesadelo outra vez?
Sem vagar para pensar, sem vagar para olhar.
Perdido no lamento, que não me consigo soltar.
Esta constante angústia da falta de conchego,
Faz-me demente. Doente com soberba de nervo.
Sim, tenho o Medo.
Medo da solidão, medo da possessão
Medo de não me escapar desta incessante merda que me possui
Medo sentimental, actual.
Fisicamente cansado de me tentar mexer
Atado á dor de não o conseguir, apenas.
Este sentimento abrasivo de pânico,
Que todos os dias pela hora da consciência,
Não me permite respirar, viver e voar.
Medo...
Não te quero perder,
Serás ao menos, uma companhia até morrer.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário