Consome e cospe os restos.
Sem razão, destrutiva
Com razão, velhacamente viciativa
Sempre presente,
Eliminando-me o sonho,
Corroendo a lembrança.
Sendo a dor que não se alcança.
O sorriso abandona-me para outro ser
Olho para o lado e não posso ver, querer
Ruim.
Arre! Foge de mim.
Procura outro que possas corromper.
Para eu poder ver, querer e Ser
sábado, 13 de março de 2010
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário